Como reduzir o custo operacional no uso de gases em SP

Como reduzir o custo operacional no uso de gases em SP

São Paulo é o maior polo industrial do Brasil, concentrando fábricas de diversos setores.

Isso faz com que uma série de gases sejam utilizados, como oxigênio, argônio, nitrogênio e algumas misturas.

Estes elementos são fundamentais para a otimização e até mesmo existência de diversos procedimentos, o que torna a gestão dos gases industriais essenciais para o bom funcionamento das fábricas, garantindo que os insumos não acabem, evitando paradas inesperadas.

Dentro deste gerenciamento, um dos pontos mais importantes é a redução de custos dos gases, buscando qualidade e preço justo.

Neste artigo, mostraremos o que engloba os custos no abastecimento de gases, como combater o desperdício, como escolher um fornecedor e mais. Acompanhe a seguir.

Mapeamento real do consumo e dos desperdícios

Para conseguir reduzir custos com gases industriais, é preciso realizar um mapeamento completo acerca de seu uso, identificando consumo periódico, desperdício, entre outros elementos.

Sem entender como o elemento é consumido, é impossível identificar qual está sendo o gargalo, ou seja, não dá para reduzir o que não possui gasto determinado.

Para isso, alguns pontos importantes que devem ser considerados são:

  • ● Volume consumido por tipo de gás: identificar quanto é utilizado de oxigênio, nitrogênio, argônio ou outros, separadamente, para entender onde está o maior impacto financeiro.
  • ● Consumo por setor ou processo produtivo: separar o uso por área da empresa permite localizar pontos de sobreconsumo e gargalos operacionais.
  • ● Horários e turnos de maior utilização: verificar picos de consumo ajuda a entender se estão ligados à produção real ou a falhas operacionais.
  • ● Pressão e vazão aplicadas nos equipamentos: conferir se os parâmetros estão acima do necessário evita desperdício técnico invisível.
  • ● Diferença entre volume contratado e volume utilizado: detectar pagamento por capacidade ociosa possibilita ajustes contratuais estratégicos.
  • ● Perdas por vazamentos ou conexões inadequadas: inspeções técnicas revelam desperdícios silenciosos que elevam o custo mensal.
  • ● Custos logísticos associados ao abastecimento: mapear fretes, urgências e taxas extras mostra quanto o transporte impacta no valor final.
  • ● Histórico de reajustes contratuais: entender como e quando os preços foram reajustados fortalece futuras negociações.

Modelo de fornecimento alinhado ao porte da operação

O modelo de fornecimento dos gases industriais é um dos pontos que mais exigem estudo quando se deseja reduzir gastos.

Existem diferentes modais de abastecimento, cada um com seus custos visíveis e invisíveis.

Além de identificar custo por metro cúbico, frete, gastos com armazenamento e taxas de manutenção, é preciso avaliar a forma como o gás será transportado.

Existem dois modelos principais de fornecimento, sendo eles:

  • ● Cilindros: este é o modal mais caro e que mais gera desperdício. Cerca de 10% do gás não é utilizado por equalização de pressão e retorna ao fornecedor sem reembolso. Outro custo “invisível” é o do próprio ferro do cilindro, que representa a maior parte do peso.
  • ● Criogenia (líquido a granel): o isolamento térmico dos tanques criogênicos nunca é perfeito, resultando na perda de 1% do volume por dia devido à evaporação.

A virada de chave: geração on-site

Uma alternativa para fugir dos desperdícios e do fornecimento contínuo é a geração “on-site”, que consiste na instalação de geradores próprios diretamente na planta da indústria.

Esta estratégia resulta em uma economia real, podendo chegar a uma redução de custos de cerca de 90% na geração de oxigênio e nitrogênio.

Negociação técnica e estratégica com fornecedores

A negociação dos contratos é essencial para reduzir custos com gases, especialmente em grandes operações.

Quando se está buscando um fornecedor pela primeira vez, ou quando há a necessidade de trocar, é fundamental comparar as condições logísticas que cada um apresenta.

Além disso, revisar contratos antigos também é uma excelente estratégia de redução de custos, podendo resultar em 12% de economia.

Um dos pontos mais importantes a se avaliar em ambos os cenários é o VMC (Valor Mínimo Contratado). Muitos fornecedores possuem multas caso o volume de gás não atinja o consumo mínimo em determinado período.

Padronização técnica e otimização dos processos

Além dos pontos relacionados ao fornecedor, existem algumas práticas a serem adotadas internamente que resultam em redução significativa dos gastos operacionais.

Para isso, é preciso padronizar os processos industriais que envolvam estes insumos, desde o armazenamento até o uso em si.

Algumas práticas incluem:

  • ● Definição de parâmetros padrão de pressão e vazão: estabelecer limites técnicos ideais para cada aplicação evita consumo acima do necessário e garante estabilidade operacional.
  • ● Unificação e racionalização dos tipos de gases utilizados: reduzir a variedade simplifica contratos, estoque e negociação, além de diminuir complexidade operacional.
  • ● Criação de procedimentos operacionais padrão (POPs): documentar o uso correto assegura uniformidade entre turnos e reduz desperdícios causados por variações na operação.
  • ● Treinamento técnico focado em eficiência: capacitar a equipe para ajustes corretos e boas práticas diminui perdas por erro humano e uso excessivo.
  • ● Monitoramento contínuo de indicadores por processo: acompanhar consumo por etapa produtiva permite identificar desvios rapidamente e aplicar correções estratégicas.

Transforme o consumo em vantagem competitiva

Reduzir custos com o abastecimento de gases industriais é fundamental para a otimização do uso destes elementos dentro da indústria.

É essencial pensar em economia sem perder a qualidade, negociando condições mais vantajosas e buscando fornecedores próximos para reduzir gastos com frete.

O provedor é um dos pontos mais importantes quando se deseja reduzir gastos, portanto, escolha a Gru Gases.

Localizada em São Paulo, a empresa é dedicada ao fornecimento de gases industriais para diversos setores, oferecendo condições personalizadas para cada cliente.

Com ampla experiência no mercado e profissionais altamente qualificados, a Gru Gases fornece insumos de qualidade com preço-justo.

Entre em contato e confira nossas condições.

FAQ

1. Como reduzir custos com gases industriais em São Paulo?

A redução passa pelo mapeamento detalhado do consumo, revisão de contratos, escolha do modelo de fornecimento adequado e padronização interna dos processos que utilizam gases.

2. O que é VMC (Valor Mínimo Contratado)?

É o volume mínimo de consumo exigido em contrato pelo fornecedor. Caso a empresa não atinja esse volume no período estipulado, pode haver multa ou cobrança complementar.

3. A geração on-site realmente reduz custos?

Sim. Em operações com alto volume de consumo, a geração própria de oxigênio ou nitrogênio pode reduzir significativamente os gastos, eliminando frete, perdas logísticas e dependência de abastecimento externo.

4. Quais são os principais desperdícios no uso de gases industriais?

Os mais comuns são vazamentos, pressão acima do necessário, perdas em cilindros por equalização e evaporação em tanques criogênicos.

5. Como escolher o melhor fornecedor de gases em SP?

É importante comparar condições logísticas, cláusulas contratuais, VMC, reajustes, prazos de entrega e suporte técnico, além de avaliar a proximidade para reduzir custos com frete.